Since the moment I spotted you,Like walking round with little wings on my shoesMy stomach's filled with the butterfliesand it's alright
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
why don't you and I
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Intensa. Essa sou eu!
Há uns dias, no blog do Gusta “Coisa Fofa” Rizzo, comentei sobre se sentir alegre por um amigo.
Aqueles que me conhecem, mesmo não convivendo comigo, bem sabem o quão intensa eu sou com os meus sentimentos. Não sou do meio termo. Amo ou odeio. E antes de qualquer coisa, sou feita pelo “estado de espírito” daqueles que amo.
Se meu amigo está feliz consigo esquecer qualquer problemas, por maior que seja, e me alegro com ele (ou mais do que ele). E isso também acontece naquelas horas em que nem tudo é tão bom assim. Vejo alguém que amo, que quero bem - e as vezes 'nem tão bem assim' – triste, tenho vontade de abraçar e proteger para sempre, de todo mal! Surge em mim uma vontade IMENSA de arrancar com as próprias mãos a tristeza dessa pessoa e coloca-lá em mim. Que eu sofra, mas que não veja ninguém triste.
Com meus amigos, queria coloca-los em uma bolha e protege-los de toda a tristeza que um dia sentiram ou poderão sentir.
Sim! Não precisa falar, é o pensamento mais egoísta que existe! EU SEI!
Quando nós tentamos proteger demais alguém, acabamos sufocando. Impedimos que as coisas ruins cheguem até ela, mas nesta “barreira de cuidados” as vezes a felicidade também não consegue passar.
O excesso nunca é bom. Até mesmo no zelo pelo próximo.
Pode estar o dia mais lindo, o sol mais brilhante e as flores mais coloridas... mas, se um amigo está triste, nada disso faz sentido.
Dizer “sou capaz de dar a vida por meus amigos” aqui no blog é muito fácil e nem eu garanto isso, mas que sou movida pelas alegrias e tristezas dos que amo, isso sim!
Aqueles que me conhecem, mesmo não convivendo comigo, bem sabem o quão intensa eu sou com os meus sentimentos. Não sou do meio termo. Amo ou odeio. E antes de qualquer coisa, sou feita pelo “estado de espírito” daqueles que amo.
Se meu amigo está feliz consigo esquecer qualquer problemas, por maior que seja, e me alegro com ele (ou mais do que ele). E isso também acontece naquelas horas em que nem tudo é tão bom assim. Vejo alguém que amo, que quero bem - e as vezes 'nem tão bem assim' – triste, tenho vontade de abraçar e proteger para sempre, de todo mal! Surge em mim uma vontade IMENSA de arrancar com as próprias mãos a tristeza dessa pessoa e coloca-lá em mim. Que eu sofra, mas que não veja ninguém triste.
Com meus amigos, queria coloca-los em uma bolha e protege-los de toda a tristeza que um dia sentiram ou poderão sentir.
Sim! Não precisa falar, é o pensamento mais egoísta que existe! EU SEI!
Quando nós tentamos proteger demais alguém, acabamos sufocando. Impedimos que as coisas ruins cheguem até ela, mas nesta “barreira de cuidados” as vezes a felicidade também não consegue passar.
O excesso nunca é bom. Até mesmo no zelo pelo próximo.
Pode estar o dia mais lindo, o sol mais brilhante e as flores mais coloridas... mas, se um amigo está triste, nada disso faz sentido.
Dizer “sou capaz de dar a vida por meus amigos” aqui no blog é muito fácil e nem eu garanto isso, mas que sou movida pelas alegrias e tristezas dos que amo, isso sim!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Veja bem..
"Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem.”
Enquanto não consigo achar as ideias/palavras certas para colocar aqui, cito Caio Fernando Abreu.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Ter paciência e entender...
Quando aqueles
instantes em que o mundo parece querer me ver chorar, eu me mantenho
em pé porque sei que Deus está comigo. Daqueles momentos da vida em
que tudo que eu queria era a certeza de que contigo ainda posso
contar, que não importa o horário... tu sempre vais estar lá,
continuo firme.
Mas, não... eu resolvi
dar voz para um sentimento que arde dentro de mim a cada dia. Uma
certeza absurdamente estranha que me invade e faz com que quando eu
esteja contigo, tudo a minha volta se torne incapaz de me abalar. É
uma sensação de segurança única. Proteção. Aquele olhar como
quem diz “te liga”, quando eu faço algo errado ou estou prestes
a fazer. Ou então, naqueles momentos em que um assunto “entra em
pauta” e para nós já é ultrapassado de tanto que debatemos, mas
mesmo assim seguimos quietos, com se entre nós acontecesse uma
realidade paralela.
Ah sim! Aconteceu uma
realidade paralela sim. Onde vivíamos em mundo em que tínhamos as
soluções para os problemas um do outro e onde os nossos segredos
estavam seguros, guardados e respeitados. Aquela liberdade de poder
entrar na vida do outro, sem pedir nada em troca. Cumplicidade. Não,
RECIPROCIDADE.
Foi então que tive a
brilhante ideia de que deveria tentar, sabendo que nada mudaria. Só
que me enganei. Mudou. Eu mudei.
Me deparei com aquela
certeza que nos torna insanos e teimosos. Daquelas que tu te olha no
espelho e diz: “É isso!” Mas, com uma instabilidade permanente.
Um dia, eu posso tudo. No outro, é um sonho utópico.
Até que tu acha que a
melhor atitude é ignorar, pois afinal “ele sempre vem”. Só que
um dia, aparece a oportunidade de mostrar que sim, há algo maior que
une. Que sim! Há aquela liberdade, aquela cumplicidade e aquela
reciprocidade. E tu, insiste que ignorar é a melhor saída, “pois
ele sempre volta”. Só que não voltou desta vez. E agora? E agora
a saudade. Uma saudade estranha. Uma saudade do que não se foi. Não
sei explicar.
Face de Deus na minha
vida. Meu amigo. Meu companheiro. Meu irmão. Percebe em mim coisas
que nem eu percebo. Ao contrário de muitos, me deu mais do que eu
“pedi”. Quando termina o dia, eu só penso “preciso contar para
ele”. Só que não dá. Porque? Porque eu coloquei essa 'condição'.
Sabe, quando alguém se mostra para ti de uma forma que não se
mostra para ninguém. E admite isso?
Sabe alguém que te faz
pensar na vida e que quando tu caí te diz que tu não é assim, que
tu é mais forte do que pensa e pode ir mais?
Sabe alguém que te
liga para perguntar o que fazer e como fazer?
Sabe alguém que tu tem
um sentimento especial, mas se sente culpada por isso?
Eu rezo todos os dias
por isso. Para que acabe tudo bem, mesmo que não seja como eu quero.
Quero unicamente que a vontade de Deus prevaleça sobre a minha. Essa
certeza eu tenho.
O amor é escolha. Mas,
acho que estou indo pelo caminho errado e não sei como voltar.
Eu só queria te olhar
nos olhos, ter aquela conversa boa e sincera que sempre tivemos...
com aquelas risadas, aquelas verdades, aqueles segredos, aquela
confiança. Eu só queria que tu “voltasse”. Pois, eu não sei
como voltar deste caminho que escolhi.
"Eu quero te abraçar assim como eu abraço a minha fé"
quinta-feira, 26 de abril de 2012
AMAR É PUNK
Eu já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado. Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem gigante). Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star. Uma coisa meio Dave Grohl.
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito.
Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara.
Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente.
Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO! Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar.
EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO.
Entenderam?
Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso.
Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor.
Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos.
Mas amar - ah, o amor!
AMAR É PUNK
Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara.
Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente.
Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO! Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar.
EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO.
Entenderam?
Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso.
Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos.
Mas amar - ah, o amor!
AMAR É PUNK
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou.
Eu acho incrível a capacidade do povo brasileiro de tornam dois meses inúteis. Janeiro e Fevereiro são tão inúteis, que chega a me dar pena. Fevereiro ainda tem uma sorte vez que outra, pois o Carnaval é móvel, mas de qualquer forma o “pós – carnaval” não é lá muito prestativo.
No verão, aquela história de “deixar para semana que vem”, “mês que vem”, vira “depois do Carnaval”, “em março”.
E como apesar de gaúcha, eu tenho um pouco desta cultura brasileira, meu 2012 começou em março também. Tá, não foi beeem em março, foi hoje, 27 de fevereiro.
Hoje comecei um estágio novo, que me dá bastante segurança e abre uma porta muito importante para o meu futuro e para a concretização dos meus planos. Apesar de fugir da minha rotina, acordei beeem cedo e consegui chegar 25 minutos mais cedo (o que torna o dia mais especial ainda! Hahaha. Se eu conseguir tal façanha até terminar o primeiro contrato, subi um degrau rumo ao céu!). Disposta, calma, serena, acordada (alguém prestou atenção nisso?!). Hoje foi um dia que acordei e percebi que seria o primeiro de um caminho de graças.
Tá, sei que estou romantizando muito afinal é só primeiro dia de estágio. Siiiim, e sei também que não tenho que colocar expectativas, mas é que Deus é tão providencial nas coisas que Ele faz, que não tem como não acreditar que 2012 será “meu ano”.
Só nesta semana é início de trabalho e início de faculdade. Além do início do último ano de CLJ.
2012 é um ano de fechamento de um ciclo, encaminhamento do término de outro e o inicio de outro.
Ano de Monografia I! E confesso que ainda não sei qual emotion coloco no final desta frase.
E com tudo isso, o ano começa com a Quaresma. Um momento de preparação e conversão. Um momento de reflexão do que fui até agora e do quanto posso ser mais. Mais serva, mais de Cristo.
Como sacrifício estou sem comer carne vermelha, chocolate e sem refrigerante até o término da Quaresma. E não se assustem se quando entrarmos na Páscoa. Pode parecer pretexto para fazer um regiminho pós-férias. Mas, quem realmente me conhece sabe o quanto é um sacrifício ficar sem estas três coisas, nas coisas sou viciada. Imagina 40 dias sem churrasco, sem uma coca-cola gelada e um chocolate da TPM? É, mas como diz uma música: “Só por Ti, Jesus...”
Aí sim, depois da Quaresma, será uma regiminho mesmo... pq tenho um vestido de formatura pronto para entrar. O vestido dos meus 15 anos, quando eu pesava 72kg... e tenho até outubro do ano que vem para chegar até lá. Por isso o processo é longo, pq é complicado... contudo a palavra para este ano é: FOCO!
Enfim, agora 2012 começou de fato.
Feliz ano novo!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Mania de mãezona
Eu tenho mania de querer colocar todo mundo debaixo da minha “asa” e eu estou cada vez mais convencida de que esta mania está me prejudicando no quesito “relacionamento”.
Parece que toda pessoa que se aproxima, eu dou um jeito de tratar como filho.
É incrível!!!
E irritante, ao mesmo tempo. É legal cuidar do outro e tudo mais, mas às vezes eu perco a noção das coisas.
Eu e essa mania de mãezona, ainda vão me deixar como um “frigideira alone ever”!!! ¬¬
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Ano Novo todo dia
Se tem uma coisa muito estranha no ser humano é esta “esperança de final de ano”.
É como se na meia-noite do dia trinta e um, todas as besteiras que tu fizeste no ano se desaparecessem e todo mundo esqueceria disso. Aaaah que ilusão!!
Fala sério!
É uma “virada” de noite, normal a qualquer uma!! As coisas realmente fluiriam, se nos fizéssemos um “reveillon” todas as noites. Se todas as noites nós celebrássemos as mudanças da vida e aproveitássemos as oportunidades que a vida dá.
Ok! Ok! E admito... isso este texto é uma espécie de “auto-flagelo”, já que eu tenho que aprender isso também.
Estranho? Pode ser! Mas, quem disse que eu sou normal???
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Expectativas
Se tem uma lição que eu aprendi em 2011, foi lidar com as expectativas.
Na verdade, foi o que mais eu fiz.
Aprender a administrar minhas expectativas diante das coisas, mas sem perder as esperanças. Foi um desafio e tanto, e ainda está sendo. Reformular o modo com que eu trabalho é dificil.
Mudar é dificil.
Muito.
Mas, é preciso. Cada vez mais.
Percebo que aquela pessoa que criava expectativa até sobre a borboleta que aparecia na porta da casa, hoje já sabe desfrutar dos acontecimentos, sem sair frustrada.
Ainda há muito para caminhar. Muito mesmo! Foi um ano e tanto.
Mas, um passo de cada vez.
E aos poucos, construindo a coragem necessária para deixar que Deus seja o dono na minha vida.
Conseguirei.
"Eu vou, e quem me impedirá se ao meu lado está o Autor da minha fé?"
terça-feira, 18 de outubro de 2011
tenha um bom dia.
Hoje pela manhã, em mais uma das manhãs que acordo correndo louca de sono, contando os minutos para entrar no ônibus, me sentar e dormir até chegar ao centro, me veio um ligeiro pensamento.
Tá, nem tão ligeiro assim.
Como é bom desejar um “bom dia” para alguém. Mas, não por educação. Desejar pq tu queres realmente que aquela pessoa tenha um bom dia. Realmente querer que coisas boas aconteçam na vida de alguém naquele dia. E não se importar se terá um “tenha bom dia você também”. Pois, já diria Madre Teresa de Calcutá: “não importa quantas coisas você fez e sim o quanto de amor colocaste nestas coisas.”
Então, como não dá para desejar um bom dia, pois são 0h02.
Tenham uma boa noite. :)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Hoje fui em uma Homeopata. Não me pergunte o que ela faz, qual a especialidade pq não sei. Mas, achei interessante a conversa que tive com ela. Na verdade, foi um interrogatório. Ela perguntava e eu respondia.
Perguntas interessantes e algumas nem lógica, pelo menos para mim. hehe.
Ela perguntou em que posição eu costumo dormir. Oi?
Ai, eis que ela faz a pergunta chave: "tu sente que algum autoritarismo nos teus atos?"
Há! Fala sério! Se ela me conhecesse uma semana, não faria esta pergunta.
Problema: autoritária - Solução: silêncio
#prontofalei
Perguntas interessantes e algumas nem lógica, pelo menos para mim. hehe.
Ela perguntou em que posição eu costumo dormir. Oi?
Ai, eis que ela faz a pergunta chave: "tu sente que algum autoritarismo nos teus atos?"
Há! Fala sério! Se ela me conhecesse uma semana, não faria esta pergunta.
Problema: autoritária - Solução: silêncio
#prontofalei
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O que fazer com a vontade de "jogar a toalha"?
É dificil entender que quanto mais próximos de Deus estamos, mais somos tentados a desistir.
Ser cristão não é fácil. Buscar ser a face de Cristo diante dos irmãos requer muito mais do que um sorriso no rosto, requer palavras de afeto, requer olhar carinhoso, e MUITA oração, MUITA compaixão, MUITO perdão, MUITA paz, MUITA fé e MUITA confiança para deixar que Deus seja o Senhor de nossas vidas.
Queira eu, que um dia eu possa olhar para o meu próximo com metade da ternura que Cristo me olha todos os dias, em especial naqueles dias de queda.
Em orações, sempre faço a mesma prece: "Senhor! Apazigua o meu coração, para que eu possa ver mais do que os olhos me mostram"
E como Deus é incrível, isso acaba acontecendo, moderadamente... alguns 'vícios' ainda vivem em mim, mas não trabalham com a mesma paz de antes. Nos últimos tempos, as minhas "rusgas omissas" resolveram se libertar e isso não está certo.
Um dia eu mudo e aprendo... um dia!
Mas, dá sempre vontade de "jogar a toalha"! Dá vontade de tirar o time de canto e sumir por um tempo, jogar tudo para o alto e simplesmente 'deletar' fatos e pessoas da minha vida, para que eu tenha a paz no meu coração. Mas, nada é tão fácil e simples. E se fosse, que graça teria a santidade?!
Tenho uma certeza, meu destino é a felicidade. Se isso vai ser fácil ou não, não pode ser criterio para eu "jogar a toalha". A busca tem que ser feita.
Mas, ficar alguns dias no 'buraquinho', incomunicável com o mundo podia acontecer, né?
terça-feira, 26 de julho de 2011
o dia em que a pró-atividade incomodou Mariazinha...
Curso de informática = para aprender a mexer no computador
Curso de inglês = para aprender a falar inglês
Curso de Liderança = para aprender a ser líder, correto?
Neste ano, me deparei com diversas situações em que era possível responder esta pergunta com um sonoro "NÃO!"
Oi?
Sim, é isso mesmo! Muitas pessoas parecem não gostar de pessoas que são "pró-ativas" e se sentem incomodadas com isso. Ok, ok... demais também não dá! Sim, já aprendi isso. Mas, vem cá tchê? Onde foi que eu perdi o fio da meada e não percebi que as pessoas querem trabalhar?
Entãããooo, que trabalhem, oras! Reclamam que eu faço tudo sozinha, mas é simples. Façam! Que ai, nem eu e nem ninguém precisará fazer algo.
Tenho que aprender a dizer "não" para as pessoas e deixa-lás andarem sozinha. Como diz o Pe. Tom "Évelyn, o mundo existe a mais de dois mil anos, contigo ou "semtigo"!" E é isso.
Para mim, no próximo semestre não farei nada que meus braços não alcancem.
Desisto de tentar ajudar as pessoas e só levar critica. E pior, não são aquelas criticas que as pessoas olham nos teus olhos e dizem "não gosto disso...", são aquelas que as pessoas não te dizem e quando dizem não são para que tu avalie e mude e sim para que "diminua" e suma.
Pessoas que me conheceram assim, nunca me falaram e querem que eu advinhem. Infelizmente (ou felizmente), não tenho o poder da telepatia, meu caro e minha "cara".
Eu erro e erro muito. Sou muito impulsiva e não sei trabalhar em grupo. Nunca neguei isso, mas sempre dei liberdade para que as pessoas falassem comigo e dissessem "não gostei". Pessoas que não fazem isso, demonstram que apesar dos anos de convivência, são meros conhecidos e não me conhecem.
Aaaaah... respira, 1, 2, 3.. inspira....
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Desabafo...
O Teu olhar em meu olhar
Restaura as pinturas que borrei
Os erros que cometi, o rosto escondido,
Restaura as pinturas que borrei
Os erros que cometi, o rosto escondido,
Entre as marcas que deixei.
O Teu viver em meu viver
Me ensina como agir pra transpassar a superfície
Ir além do meu querer e mergulhar no Teu amor.
Me ensina como agir pra transpassar a superfície
Ir além do meu querer e mergulhar no Teu amor.
Me impedirão de contemplar a Tua face em mim
terça-feira, 28 de junho de 2011
O medo do frio na barriga
Por Paula Cé Martins
Então finalmente aconteceu, não é? Finalmente você conheceu alguém. Uma pessoa que te deixa a vontade, que te faz rir e que te atrai. Vocês conversam sobre tudo quanto é assunto. Vocês são compatíveis, está na cara.
E a afinidade e o interesse são tão grandes, que chega a dar frio na barriga. E no começo, a sensação é maravilhosa. Todo dia é um deslumbre. Até parece que você regrediu alguns anos de idade e voltou pra adolescência de tão idiota que fica. Tudo parece ser tão certo agora que você finalmente achou alguém que pode ser o tal de “The One”. Nem que seja por um suspiro de tempo.
Mas, vamos com calma. Tem que se segurar. Essa pessoa recém entrou na sua vida, então não vá colocando a carroça na frente dos bois. Pode não dar certo.
Ai meu Deus, e se não der certo? Vou ter que começar tudo de novo. Vou ter que lidar com mais um desconforto emocional. Vou ter que encarar a pessoa nos olhos depois de tudo e me fazer de durona. Vou ter que sorrir e fingir que tá tudo bem. Vão ser duas longas semanas ouvindo músicas de desilusões amorosas, assistindo filmes tristes e lendo as crônicas da Martha Medeiros.
Enquanto esse sentimento quentinho me acomoda toda e me deixa to-da-bo-ba, ele também me mata de medo. Não que seja uma coisa tão forte a ponto de partir meu coração, mas quem sabe seja o suficiente para trincá-lo. O que já é ruim o suficiente. Mas por outro lado, pode dar certo. E se der certo, ah... Se der certo! Vai ser tão bom se der certo.
Sigo nesse conflito toda vez que paro para pensar no assunto. Minha instabilidade emocional fica pendendo entre a euforia e o medo. E eu não tenho nem como controlar. É um saco. Mas é tão bom.
terça-feira, 31 de maio de 2011
A quem, na verdade, tenho de perdoar?
Simplificando, neste final de semana vivi uma experiência, ou o começo dela, que eu ainda não tinha vivenciado, de coração.
A experiencia do perdão, de chegar na humildade, não sei se suficiente, para pedir perdão por tantos anos.
Sinto-me com muitas toneladas a menos nas costas, mas sei que ainda a muito caminho para percorrer e ele é arduo. Mas, vamos lá... eu tenho Deus do meu lado e em meu coração e com Ele que vou até o fim.
Tudo, para buscar o objetivo que ele deixou para mim:
Sede santos, porque eu sou santo
(Lv 11,44)
Que sigamos sempre assim, em busca da santidade, 24horas por dia, sem cessar e que no cansaço, possamos olhar para o céu e pedir mais forças, levantar a cabeça e seguir.
A paz de Cristo
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Eu sou "Geração João Paulo II".
O Papa polonês foi capaz de reunir amigos, inimigos, credos, nações...
Nos últimos tempos, muito se fala sobre conflitos de gerações e de como nascer em um período histórico específico influencia a vida de qualquer pessoa. Uma geração é influenciada por fatos e acontecimentos, mas, principalmente, por pessoas. Uma grande figura, cheia de carisma e popularidade, pode levar uma multidão de pessoas a uma nova forma de pensar, de agir, de ver o mundo. Nós que nascemos após os anos 70 somos exemplo disso, pois fomos marcados pela vida de um grande homem, por isso, nossa geração tem um nome: "geração João Paulo II". E ele, o Papa que conquistou o coração de católicos e não católicos em todo o mundo, será beatificado no próximo dia 1º de maio.
Diante dessa afirmação, poderíamos nos questionar o que o Papa João Paulo II fez para marcar uma geração. Como um homem idoso e com uma saúde tão debilitada influenciou uma geração inteira de homens e mulheres? Talvez as nossas perguntas estejam mal formuladas. Não adianta pensar no que ele fez ou como ele fez, mas é preciso observar o que ele foi.
João Paulo II foi um defensor incansável da Verdade. Não de uma verdade para um grupo religioso, mas da grande Verdade, buscada por toda a humanidade, mesmo que de formas diferentes e até mesmo preocupantes. Foi firme, defendendo a Verdade com a vida, para assim defender o homem dele mesmo. Por isso foi acusado e tachado de tantos rótulos, mas, ao mesmo tempo, suas palavras eram aguardadas e ouvidas atentamente por todo o mundo, como que expressando o desejo oculto e presente em todos da Verdade.
Da mesma forma foi um homem de unidade. Karol Wojtyla foi capaz de reunir amigos, inimigos, credos, raças, nações. Ele era uma “ponte viva”, incansável em ligar distâncias humanas, mas, acima de tudo, em ligar corações. Para isso não teve medo de reconhecer os erros dos filhos da Igreja e de pedir perdão publicamente. Uniu cristãos e não cristãos em torno dos mesmos ideais, para demonstrar em fatos que os laços que nos unem são muito maiores que os que nos separam.
Foi um homem jovem, cheio de alegria, motivado pela certeza de que um mundo melhor é possível, mas antes de tudo pela esperança de um mundo novo que virá. Por esse motivo atraiu uma multidão de jovens em todos os lugares por que passou, dando a eles a certeza de que há uma Verdade para ser vivida e seguida. João Paulo II, mesmo com o corpo curvado e os cabelos brancos, devolveu a esperança a tantos jovens de que vale a pena viver se essa vida for vivida em vista do que virá.
Mas João Paulo II foi antes de qualquer coisa um homem de verdade. Não teve medo de demonstrar sua fragilidade, sua dor, seu sofrimento ao mundo inteiro. Tampouco teve medo de se alegrar, de chorar, de demonstrar que o papado não tirou a sua humanidade; pelo contrário, o tornou ainda mais homem. Mostrou ao mundo seu amor pelas artes, pelos esportes, pelas nações, pelos povos, pela humanidade. Por isso lutou pela paz, pela liberdade, pela dignidade do homem; lutou para que a humanidade conhecesse a Verdade, para que conhecesse a Jesus Cristo, porque sabia que só dessa forma o homem poderia encontrar a verdadeira felicidade.
Por fim, por ser um homem de verdade, João Paulo II foi um grande santo do nosso tempo. A santidade que ele pregou como vocação de toda a humanidade não parou nas suas palavras aos outros, mas foi se traduzindo em sua vida, contagiando multidões, levando muitos de volta a uma vida nova, cheia da presença de Deus. Seu testemunho de santidade rompeu os “muros” da Igreja Católica e atingiu o mundo, que representado na Praça de São Pedro, nos dias de seu funeral, gritava: “Santo já!”. Nele a santidade se mostrou acessível a todos os que se abrissem à graça de Deus e por ela lutassem.
Poderíamos escrever muito mais sobre o Papa mais popular da história, mas o que está aqui já é o suficiente para entendermos por que ele marcou uma geração inteira. Foi por esse motivo que o fundador da Canção Nova, monsenhor Jonan Abib, deu o nome de "Fundação João Paulo II" à mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação. O exemplo foi deixado por ele para nós como uma herança sem tamanho. Sua vida encarnou não somente o que ele acreditava, mas Quem ele seguia. A Verdade pela qual ele tanto lutou tinha um Nome, um Rosto, era uma Pessoa: Jesus Cristo. Por isso, não nos basta ter o nome de "geração João Paulo II", mas precisamos seguir o seu exemplo e também testemunhar com a vida, com santidade, que seguimos Aquele que é a Verdade.
Diante dessa afirmação, poderíamos nos questionar o que o Papa João Paulo II fez para marcar uma geração. Como um homem idoso e com uma saúde tão debilitada influenciou uma geração inteira de homens e mulheres? Talvez as nossas perguntas estejam mal formuladas. Não adianta pensar no que ele fez ou como ele fez, mas é preciso observar o que ele foi.
João Paulo II foi um defensor incansável da Verdade. Não de uma verdade para um grupo religioso, mas da grande Verdade, buscada por toda a humanidade, mesmo que de formas diferentes e até mesmo preocupantes. Foi firme, defendendo a Verdade com a vida, para assim defender o homem dele mesmo. Por isso foi acusado e tachado de tantos rótulos, mas, ao mesmo tempo, suas palavras eram aguardadas e ouvidas atentamente por todo o mundo, como que expressando o desejo oculto e presente em todos da Verdade.
Da mesma forma foi um homem de unidade. Karol Wojtyla foi capaz de reunir amigos, inimigos, credos, raças, nações. Ele era uma “ponte viva”, incansável em ligar distâncias humanas, mas, acima de tudo, em ligar corações. Para isso não teve medo de reconhecer os erros dos filhos da Igreja e de pedir perdão publicamente. Uniu cristãos e não cristãos em torno dos mesmos ideais, para demonstrar em fatos que os laços que nos unem são muito maiores que os que nos separam.
Foi um homem jovem, cheio de alegria, motivado pela certeza de que um mundo melhor é possível, mas antes de tudo pela esperança de um mundo novo que virá. Por esse motivo atraiu uma multidão de jovens em todos os lugares por que passou, dando a eles a certeza de que há uma Verdade para ser vivida e seguida. João Paulo II, mesmo com o corpo curvado e os cabelos brancos, devolveu a esperança a tantos jovens de que vale a pena viver se essa vida for vivida em vista do que virá.
Mas João Paulo II foi antes de qualquer coisa um homem de verdade. Não teve medo de demonstrar sua fragilidade, sua dor, seu sofrimento ao mundo inteiro. Tampouco teve medo de se alegrar, de chorar, de demonstrar que o papado não tirou a sua humanidade; pelo contrário, o tornou ainda mais homem. Mostrou ao mundo seu amor pelas artes, pelos esportes, pelas nações, pelos povos, pela humanidade. Por isso lutou pela paz, pela liberdade, pela dignidade do homem; lutou para que a humanidade conhecesse a Verdade, para que conhecesse a Jesus Cristo, porque sabia que só dessa forma o homem poderia encontrar a verdadeira felicidade.
Por fim, por ser um homem de verdade, João Paulo II foi um grande santo do nosso tempo. A santidade que ele pregou como vocação de toda a humanidade não parou nas suas palavras aos outros, mas foi se traduzindo em sua vida, contagiando multidões, levando muitos de volta a uma vida nova, cheia da presença de Deus. Seu testemunho de santidade rompeu os “muros” da Igreja Católica e atingiu o mundo, que representado na Praça de São Pedro, nos dias de seu funeral, gritava: “Santo já!”. Nele a santidade se mostrou acessível a todos os que se abrissem à graça de Deus e por ela lutassem.
Poderíamos escrever muito mais sobre o Papa mais popular da história, mas o que está aqui já é o suficiente para entendermos por que ele marcou uma geração inteira. Foi por esse motivo que o fundador da Canção Nova, monsenhor Jonan Abib, deu o nome de "Fundação João Paulo II" à mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação. O exemplo foi deixado por ele para nós como uma herança sem tamanho. Sua vida encarnou não somente o que ele acreditava, mas Quem ele seguia. A Verdade pela qual ele tanto lutou tinha um Nome, um Rosto, era uma Pessoa: Jesus Cristo. Por isso, não nos basta ter o nome de "geração João Paulo II", mas precisamos seguir o seu exemplo e também testemunhar com a vida, com santidade, que seguimos Aquele que é a Verdade.
Renan Félix
Renan Félix é bacharel em história, missionário e seminarista da Comunidade Canção Nova
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Quando as circunstâncias da vida te mostram que estás no caminho certo, tudo fica MARAVILHOSAMENTE bem
Sim, inacreditavelmente, esta frase saiu da minha massa cinzenta.
Não sei como, mas saiu.
Eu acredito que seja, pela série de coisas que ando me libertando. Nunca foi do meu feitio guardar palavras e esperar o momento certos de dizer, não sei ainda até onde isso é bom e é ruim. Sempre fui de falar, simplesmente falar e se nem sequer prestar a atenção no que estava sendo dito. Sempre tive muita facilidade para expôr minhas opiniões e sentimentos, mas como relatei no último post, ando com uma tremenda dificuldade para isso, ultimamente.
Meu corpo está me dando sinais de que guardar os problemas para mim, e esperar que eu consiga resolver tudo sozinha, não faz bem para a saúde. Alergias e dores estomacais são fortes argumentos que meu sistema nervoso arranjou para que eu me liberte de certos "impasses" que andaram tomando conta dos meus pensamentos.
Mas, como eu acredito fielmente da providência divina, vejo que tudo isso é consequência da série de pessoas e experiências incríveis que Deus está me proporcionando conhecer e principalmente, que eu estou me permitindo viver. "Deus nos tira algo para que possamos abrir a mão para receber algo maior ainda." É, é isso!
Acho que encontrei o rumo, não sei se a solução, mas o caminho para chegar até lá sim. Ontem, nada de especial aconteceu na minha noite, mas eu fui dormir tão bem, em um sensação de paz. Aquela paz que eu procurava. Talvez por ter falado tanta coisa que para mim era importante dizer, para tantas pessoas diferentes. E principalmente, por me sentir útil, útil para Cristo. E nada pode ser melhor do que essa sensação, a de ser útil para o Meu Líder!!
Por hoje é só pessoal.
:)
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