Since the moment I spotted you,Like walking round with little wings on my shoesMy stomach's filled with the butterfliesand it's alright
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
why don't you and I
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Ele está no comando
É
preciso muita maturidade para entender quando alguma coisa não dá
certo na nossa vida. Mas, além de tudo, é preciso entender que o
nosso querer não está sobre o querer de Deus para nós.
É
muita arrogância achar-nos donos de nossas vidas.
Aquilo
que julgamos que não deu certo possuem uma grande chance de não
estar nos planos de Deus para nós. Já pensou nisso? O que acontece
e quando acontece algo em nossa vida, se dá pela vontade de Deus. E
não se frustrar diante aos “imprevistos” se dá a total
confiança de Ele nos Ama e tem um plano perfeito para cada um.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Recalculando rota
Sabe aqueles momentos da vida, que é como se tivesse um GPS que te dissesse "recalculando rota"? Pois então. Acá estou eu. Recalculando rotas, revendo conceitos e "selecionando" as pessoas que me cercam.
Parece aquele texto do "alegre" Caio Fernando Abreu, mas é mais ou menos isso mesmo.
Chega de dar murro em ponta de faca e encontrar chifres em cabeça de cavalo.
E chega de escrever textos só com ditados populares!
Parece aquele texto do "alegre" Caio Fernando Abreu, mas é mais ou menos isso mesmo.
Chega de dar murro em ponta de faca e encontrar chifres em cabeça de cavalo.
E chega de escrever textos só com ditados populares!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Intensa. Essa sou eu!
Há uns dias, no blog do Gusta “Coisa Fofa” Rizzo, comentei sobre se sentir alegre por um amigo.
Aqueles que me conhecem, mesmo não convivendo comigo, bem sabem o quão intensa eu sou com os meus sentimentos. Não sou do meio termo. Amo ou odeio. E antes de qualquer coisa, sou feita pelo “estado de espírito” daqueles que amo.
Se meu amigo está feliz consigo esquecer qualquer problemas, por maior que seja, e me alegro com ele (ou mais do que ele). E isso também acontece naquelas horas em que nem tudo é tão bom assim. Vejo alguém que amo, que quero bem - e as vezes 'nem tão bem assim' – triste, tenho vontade de abraçar e proteger para sempre, de todo mal! Surge em mim uma vontade IMENSA de arrancar com as próprias mãos a tristeza dessa pessoa e coloca-lá em mim. Que eu sofra, mas que não veja ninguém triste.
Com meus amigos, queria coloca-los em uma bolha e protege-los de toda a tristeza que um dia sentiram ou poderão sentir.
Sim! Não precisa falar, é o pensamento mais egoísta que existe! EU SEI!
Quando nós tentamos proteger demais alguém, acabamos sufocando. Impedimos que as coisas ruins cheguem até ela, mas nesta “barreira de cuidados” as vezes a felicidade também não consegue passar.
O excesso nunca é bom. Até mesmo no zelo pelo próximo.
Pode estar o dia mais lindo, o sol mais brilhante e as flores mais coloridas... mas, se um amigo está triste, nada disso faz sentido.
Dizer “sou capaz de dar a vida por meus amigos” aqui no blog é muito fácil e nem eu garanto isso, mas que sou movida pelas alegrias e tristezas dos que amo, isso sim!
Aqueles que me conhecem, mesmo não convivendo comigo, bem sabem o quão intensa eu sou com os meus sentimentos. Não sou do meio termo. Amo ou odeio. E antes de qualquer coisa, sou feita pelo “estado de espírito” daqueles que amo.
Se meu amigo está feliz consigo esquecer qualquer problemas, por maior que seja, e me alegro com ele (ou mais do que ele). E isso também acontece naquelas horas em que nem tudo é tão bom assim. Vejo alguém que amo, que quero bem - e as vezes 'nem tão bem assim' – triste, tenho vontade de abraçar e proteger para sempre, de todo mal! Surge em mim uma vontade IMENSA de arrancar com as próprias mãos a tristeza dessa pessoa e coloca-lá em mim. Que eu sofra, mas que não veja ninguém triste.
Com meus amigos, queria coloca-los em uma bolha e protege-los de toda a tristeza que um dia sentiram ou poderão sentir.
Sim! Não precisa falar, é o pensamento mais egoísta que existe! EU SEI!
Quando nós tentamos proteger demais alguém, acabamos sufocando. Impedimos que as coisas ruins cheguem até ela, mas nesta “barreira de cuidados” as vezes a felicidade também não consegue passar.
O excesso nunca é bom. Até mesmo no zelo pelo próximo.
Pode estar o dia mais lindo, o sol mais brilhante e as flores mais coloridas... mas, se um amigo está triste, nada disso faz sentido.
Dizer “sou capaz de dar a vida por meus amigos” aqui no blog é muito fácil e nem eu garanto isso, mas que sou movida pelas alegrias e tristezas dos que amo, isso sim!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Veja bem..
"Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem.”
Enquanto não consigo achar as ideias/palavras certas para colocar aqui, cito Caio Fernando Abreu.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
AMAR É PUNK
Eu já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado. Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem gigante). Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star. Uma coisa meio Dave Grohl.
Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito.
Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara.
Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente.
Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO! Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar.
EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO.
Entenderam?
Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso.
Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor.
Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos.
Mas amar - ah, o amor!
AMAR É PUNK
Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara.
Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente.
Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez.
Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO! Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar.
EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO.
Entenderam?
Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso.
Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos.
Mas amar - ah, o amor!
AMAR É PUNK
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou.
Eu acho incrível a capacidade do povo brasileiro de tornam dois meses inúteis. Janeiro e Fevereiro são tão inúteis, que chega a me dar pena. Fevereiro ainda tem uma sorte vez que outra, pois o Carnaval é móvel, mas de qualquer forma o “pós – carnaval” não é lá muito prestativo.
No verão, aquela história de “deixar para semana que vem”, “mês que vem”, vira “depois do Carnaval”, “em março”.
E como apesar de gaúcha, eu tenho um pouco desta cultura brasileira, meu 2012 começou em março também. Tá, não foi beeem em março, foi hoje, 27 de fevereiro.
Hoje comecei um estágio novo, que me dá bastante segurança e abre uma porta muito importante para o meu futuro e para a concretização dos meus planos. Apesar de fugir da minha rotina, acordei beeem cedo e consegui chegar 25 minutos mais cedo (o que torna o dia mais especial ainda! Hahaha. Se eu conseguir tal façanha até terminar o primeiro contrato, subi um degrau rumo ao céu!). Disposta, calma, serena, acordada (alguém prestou atenção nisso?!). Hoje foi um dia que acordei e percebi que seria o primeiro de um caminho de graças.
Tá, sei que estou romantizando muito afinal é só primeiro dia de estágio. Siiiim, e sei também que não tenho que colocar expectativas, mas é que Deus é tão providencial nas coisas que Ele faz, que não tem como não acreditar que 2012 será “meu ano”.
Só nesta semana é início de trabalho e início de faculdade. Além do início do último ano de CLJ.
2012 é um ano de fechamento de um ciclo, encaminhamento do término de outro e o inicio de outro.
Ano de Monografia I! E confesso que ainda não sei qual emotion coloco no final desta frase.
E com tudo isso, o ano começa com a Quaresma. Um momento de preparação e conversão. Um momento de reflexão do que fui até agora e do quanto posso ser mais. Mais serva, mais de Cristo.
Como sacrifício estou sem comer carne vermelha, chocolate e sem refrigerante até o término da Quaresma. E não se assustem se quando entrarmos na Páscoa. Pode parecer pretexto para fazer um regiminho pós-férias. Mas, quem realmente me conhece sabe o quanto é um sacrifício ficar sem estas três coisas, nas coisas sou viciada. Imagina 40 dias sem churrasco, sem uma coca-cola gelada e um chocolate da TPM? É, mas como diz uma música: “Só por Ti, Jesus...”
Aí sim, depois da Quaresma, será uma regiminho mesmo... pq tenho um vestido de formatura pronto para entrar. O vestido dos meus 15 anos, quando eu pesava 72kg... e tenho até outubro do ano que vem para chegar até lá. Por isso o processo é longo, pq é complicado... contudo a palavra para este ano é: FOCO!
Enfim, agora 2012 começou de fato.
Feliz ano novo!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Uma amiga chamada Constância (I)
Texto extraído do site Canção Nova, clique aqui.
Nosso mundo é marcado por um constante movimento de “mudar de ideia”, optar por novos horizontes. Por vezes, nos vemos diante de circunstâncias que nos fazem pensar se vale a pena levar adiante um trabalho difícil, uma situação desconforme com nossa vontade, ou ao menos desconforme com nossas expectativas. Por vezes não somos nós a buscar tais situações, mas elas nos alcançam e se prendem a nós em nosso dia a dia. Sempre diante delas devemos dar uma resposta: ir adiante ou mudar de rota.
Mudar de ideia, abandonar projetos falidos, trocar de rota por perceber que se está num caminho de demasiado risco ou mesmo equivocado, é uma atitude sempre positiva; e quando isso é fruto de discernimento, passa a ser necessário. Permanecer no caminho errado é prolongar a tristeza ou a possibilidade de frustração. E na verdade não fomos feitos para este tipo de vida. No entanto, a mudança de idéia pode ser devida a outros fatores que envolvem uma fraca capacidade de sonhar e projetar-se diante de um ideal, ou mesmo a ausência do proprio ideal.
Uma vida sem ideal é como uma viagem sem rota, por mais que se ande, que seja uma viagem maravilhosa, nunca se chega ao ponto de destino e isso simplesmente porque ele é inexistente. Um bom ideal, um forte motivo para viver e até mesmo para dedicar cada esforço é sempre louvável, mas o ideal não se realiza sem a constância. Por outro lado a constância só pode ocorrer onde existe o ideal. É a constância que conduz um ideal à sua realização, inclusive à plenitude de vida. Não existe constância onde não existe ideal. Todo homem deve ter um ideal de vida, deve escolhê-lo e buscar realizá-lo de acordo com o bem, não só como fim, mas também como meio..
Como virtude humana, a constância é acessível a todos. Não é simplesmente um dom do alto, mas algo que emerge de dentro da pessoa; e como todo talento, pode e deve ser cultivada e desenvolvida.
Para entender claramente a constância, pensemos numa viagem para um local muito belo e desejado há muito tempo; e no dia da viagem está chovendo na estrada, e os vidros do carro embaçam. O que fazer: Desistir? Mudar de rumo? Aguardar? Continuar? Tudo exige discernimento, é claro. Se ainda é possível ir adiante sem grandes riscos e possui habilidade suficiente para isso, o motorista deve decidir-se pela continuidade da viagem, ainda que em baixa velocidade, devido às situações adversas. Deve ir com muita cautela, deve respeitar o desafio; até mesmo parar e esperar a chuva passar – se for o caso –, mas desistir do ideal apenas por causa de uma chuva, que pode ser passageira, seria perder muito e as vezes sem chance de retomar mais tarde.
Todo homem busca a plenitude de seu ser. Isso é uma grande obra! E como toda grande obra, não é fruto de apenas entusiasmo. Todo caminho comporta obstáculos, e para vencê-los, não basta ter força e inteligência, ou mesmo audácia e destreza. Tudo isso sim, mas, acima de tudo, constância. Tem um provérbio que diz que “a inteligência natural pode ser dada a qualquer um, mas só é inteligente de verdade quem faz uso dela”. No dia a dia vemos que os frutos mais doces de nossa vida não são aqueles conquistados apenas por nossos talentos, mas pela constância que não nos deixou desistir de tais talentos diante dos obstáculos. Se diz ainda que “sorte é quando a preparação encontra a oportunidade” . Para muitas coisas em nossa vida teremos apenas uma oportunidade. Por isso, é bom ser constante, para se preparar bem e não perdê-la.
Não se constrói nada sem constância. Nossos ideais embebidos na constância adquirem uma força extraordinaria. Para ser feliz é preciso que nos esforcemos sempre, sem desanimar diante das situações desfavoráveis, mesmo sem motivação sensível, ainda se as pontes desabarem diante de nós, mesmo na cotidianidade dos acontecimentos, ou quando os obstáculos nos pareçam insuperáveis; sabendo sempre que nosso ideal maior é Cristo, em Quem tudo que é bom encontra o seu modelo, inclusive a constância. Afinal A alma só se alimenta daquilo que lhe traz alegria, nos lembra Santo Agostinho.
Deus os abençoe
Padre Xavier-CN
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Ano Novo todo dia
Se tem uma coisa muito estranha no ser humano é esta “esperança de final de ano”.
É como se na meia-noite do dia trinta e um, todas as besteiras que tu fizeste no ano se desaparecessem e todo mundo esqueceria disso. Aaaah que ilusão!!
Fala sério!
É uma “virada” de noite, normal a qualquer uma!! As coisas realmente fluiriam, se nos fizéssemos um “reveillon” todas as noites. Se todas as noites nós celebrássemos as mudanças da vida e aproveitássemos as oportunidades que a vida dá.
Ok! Ok! E admito... isso este texto é uma espécie de “auto-flagelo”, já que eu tenho que aprender isso também.
Estranho? Pode ser! Mas, quem disse que eu sou normal???
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
"Aquela amiga da faculdade..."
"Aaah meus tempos da faculdade..." Estou há cinco anos da PUCRS e nunca me senti tão na faculdade, como tenho me sentido desde março de 2010. Eu já disse aqui que tenho a melhor turma, mas hoje, estava pensando... nas amizades que fazemos na faculdades.
Aquelas pessoas com que nos irritamos, discutimos, trocamos centenas de e-mails, fazemos trabalhos em grupo, encontros da turma, batata-frita do Maza...
Aí, eu resolvi falar de uma em especial.
Tem a Paula... é a minha caçulinha, mas as vezes (na maioria delas) eu acho que ela é mais velha do que eu e fica mentindo que tem SÓ 19 anos. Ainda provarei esta tese, até dezembro de 2013.
Enfim, a Paulinha, ou "minha filhota" garante o lugarzinho no céu quase todos os dias, por me aguentar. Falando de futebol, me irritando a toa, falando do CLJ (apesar de átea, ela já sabe quase que completamente tudo sobre o movimento! haha), na TPM, na fossa, trabalhos em grupo, indiadas no shopping, ou na beira do Guaíba. Tadinha... o que ela aguenta quando eu estou "inspirada" no Messenger, não está no mapa, minha gente!! Não mesmo.
Ela sempre tem uns concelhos sábios para me dar, respeita minhas posições e dá uns gritos quando eu extrapolo! Eu digo! Ela não tem 19 anos, certo que tem uns 25 e passou por muitas plásticas. HAHAHAHA.
É o meu oposto em muitas vezes, mas é a que mais me identifico. É meiga (sim, ela é meiga!), mas larga aquele sonoro "vai tomar no cúúúúúú" como ninguém.
E os textos dela? Já falei várias vezes deles aqui. São incríveis. E os mais "melosos", sempre aparecem para mim primeiro, não sei por que!!!
Aquelas pessoas com que nos irritamos, discutimos, trocamos centenas de e-mails, fazemos trabalhos em grupo, encontros da turma, batata-frita do Maza...
Aí, eu resolvi falar de uma em especial.
Tem a Paula... é a minha caçulinha, mas as vezes (na maioria delas) eu acho que ela é mais velha do que eu e fica mentindo que tem SÓ 19 anos. Ainda provarei esta tese, até dezembro de 2013.
Enfim, a Paulinha, ou "minha filhota" garante o lugarzinho no céu quase todos os dias, por me aguentar. Falando de futebol, me irritando a toa, falando do CLJ (apesar de átea, ela já sabe quase que completamente tudo sobre o movimento! haha), na TPM, na fossa, trabalhos em grupo, indiadas no shopping, ou na beira do Guaíba. Tadinha... o que ela aguenta quando eu estou "inspirada" no Messenger, não está no mapa, minha gente!! Não mesmo.
Ela sempre tem uns concelhos sábios para me dar, respeita minhas posições e dá uns gritos quando eu extrapolo! Eu digo! Ela não tem 19 anos, certo que tem uns 25 e passou por muitas plásticas. HAHAHAHA.
É o meu oposto em muitas vezes, mas é a que mais me identifico. É meiga (sim, ela é meiga!), mas larga aquele sonoro "vai tomar no cúúúúúú" como ninguém.
E os textos dela? Já falei várias vezes deles aqui. São incríveis. E os mais "melosos", sempre aparecem para mim primeiro, não sei por que!!!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Jornaleiros
Minha turma da faculdade é incrível!!
E a melhor coisa que fizemos, desde março de 2010, foi criar um grupo secreto no Facebook! (obvio que não vou colocar o link, pq né... é secreto!)
Conversamos tanta besteira naquele grupo!! Isso acabou facilitando na "união" da turma, que está com cara de "minha inesquecível turma da faculdade". Tipo aquelas que a gente idealiza, quando assisti aos filmes americanos, sabe?
Já fizemos uns encontros (cada vez mais bizarros e divertidos) este ano. Todos sempre geram polêmicas nas rodas "pré-aula":
- Onde?
- Quando?
- Quem vai?
- Aaaah, não acredito que tu vai dar para trás, Fulano?
- Tu sempre "pilha" e nunca vai!
- Vamos? - Vamos! - Então, vamos!
Acho que foi "o ano" para os Jornaleiros.
Meus filhotes estão crescendo... sou uma "mãe" orgulhosa.
É um post curtinho, pq né.. se o grupo é secreto, não posso comentar sobre nossas conversas lá, ok? "Ética profissional". ;)
E a melhor coisa que fizemos, desde março de 2010, foi criar um grupo secreto no Facebook! (obvio que não vou colocar o link, pq né... é secreto!)
Conversamos tanta besteira naquele grupo!! Isso acabou facilitando na "união" da turma, que está com cara de "minha inesquecível turma da faculdade". Tipo aquelas que a gente idealiza, quando assisti aos filmes americanos, sabe?
Já fizemos uns encontros (cada vez mais bizarros e divertidos) este ano. Todos sempre geram polêmicas nas rodas "pré-aula":
- Onde?- Quando?
- Quem vai?
- Aaaah, não acredito que tu vai dar para trás, Fulano?
- Tu sempre "pilha" e nunca vai!
- Vamos? - Vamos! - Então, vamos!
Acho que foi "o ano" para os Jornaleiros.
Meus filhotes estão crescendo... sou uma "mãe" orgulhosa.
É um post curtinho, pq né.. se o grupo é secreto, não posso comentar sobre nossas conversas lá, ok? "Ética profissional". ;)
Tempo ao tempo
Para entender um pouco do que eu quero falar, é necessário ler este artigo "É namoro ou amizade?"
Por mais que eu queira,estou começando a entender o por que que algumas coisas "não acontecem" na minha vida, dentre elas, a resposta para esta pergunta.
Como posso ser tão egoísta, ao ponto de querer alguém na minha vida, se nem eu me acho dentro dela...
Quando ouvi a expressão acima, fiz cara feia e tudo mais, mas hoje (29/11) aconteceu tanta coisa no meu dia, que agora, mais calma, consigo entender.
Minha mania de imediatismo, me impede de "preparar meu jardim para que as borboletas cheguem". E ninguém, melhor do que Deus, para saber que eu primeiro devo organizar as coisas dentro de mim, ter a coragem de me encarar no espelho, sem máscaras. Limpar meu coração e minha cabeça, para então, Ele providenciar o momento certo de alguém ali, fazer morada.
Ele me faz refletir sobre assuntos que sempre fugi. Como conseguiu fazer isso, em tão pouco tempo?
Me mostra, todo o dia, que tenho que muito que aprender... e o melhor, ele me ensina. Cada dia, um pouco mais. E permite que eu ensine também.
"Ser, estar, contigo em Deus".
Por enquanto, está frase não faz o significado da música, para mim. Mas, já diz muito.
"Toda amizade passa por fases de maturidade, as quais vão se desenrolando à medida que nos aproximamos da outra pessoa. Dentre essas fases, uma delas é conhecida pelas pessoas mais requintadas como "enamoramento", mas nós preferimos chamá-la de "paixão", cuja definição mostra bem os sentimentos que são vividos nesse momento: sentimento forte; designa amor, atração, acentuada predileção, etc. Quando nos aproximamos de alguém, nos tornamos amigos – seja de um homem ou de uma mulher – existe aquele momento de querer estar sempre perto, de saber e participar da vida do outro, das suas lutas, dos seus desejos, de querer bem, de se importar com tudo o que ele vive, de cuidar, de amar de forma concreta. É justamente dessa fase, completamente espontânea em qualquer amizade, que nós estamos falando.
É nesse momento do relacionamento que a pergunta surge e começamos a nos questionar, o que é muito natural, principalmente quando diz respeito a uma amizade entre um homem e uma mulher. Mas se tentamos, já nesse estágio, dar respostas a esse questionamento podemos colocar tudo a perder. Isso acontece porque a paixão é comum tanto nas amizades, quanto nos relacionamentos amorosos, o que pode confundir o nosso coração. Mas então como discernir?
A primeira coisa é deixar esse tempo de intensas emoções passar. Deixar que o tempo seja o nosso melhor amigo e nos mostre a vontade de Deus para esse relacionamento. Só quando a poeira das emoções fortes abaixa é que conseguimos enxergar as coisas como realmente são. Depois disso vemos a pessoa como verdadeiramente ela é, sem impressões imediatistas, percebendo seus defeitos e reforçando as suas qualidades. É nesse momento que vamos parar, ponderar e, muito sinceramente, buscar em Deus uma resposta, para só então agir."
Por mais que eu queira,estou começando a entender o por que que algumas coisas "não acontecem" na minha vida, dentre elas, a resposta para esta pergunta.
Como posso ser tão egoísta, ao ponto de querer alguém na minha vida, se nem eu me acho dentro dela...
Quando ouvi a expressão acima, fiz cara feia e tudo mais, mas hoje (29/11) aconteceu tanta coisa no meu dia, que agora, mais calma, consigo entender.
Minha mania de imediatismo, me impede de "preparar meu jardim para que as borboletas cheguem". E ninguém, melhor do que Deus, para saber que eu primeiro devo organizar as coisas dentro de mim, ter a coragem de me encarar no espelho, sem máscaras. Limpar meu coração e minha cabeça, para então, Ele providenciar o momento certo de alguém ali, fazer morada.
Ele me faz refletir sobre assuntos que sempre fugi. Como conseguiu fazer isso, em tão pouco tempo?
Me mostra, todo o dia, que tenho que muito que aprender... e o melhor, ele me ensina. Cada dia, um pouco mais. E permite que eu ensine também.
"Ser, estar, contigo em Deus".
Por enquanto, está frase não faz o significado da música, para mim. Mas, já diz muito.
"Toda amizade passa por fases de maturidade, as quais vão se desenrolando à medida que nos aproximamos da outra pessoa. Dentre essas fases, uma delas é conhecida pelas pessoas mais requintadas como "enamoramento", mas nós preferimos chamá-la de "paixão", cuja definição mostra bem os sentimentos que são vividos nesse momento: sentimento forte; designa amor, atração, acentuada predileção, etc. Quando nos aproximamos de alguém, nos tornamos amigos – seja de um homem ou de uma mulher – existe aquele momento de querer estar sempre perto, de saber e participar da vida do outro, das suas lutas, dos seus desejos, de querer bem, de se importar com tudo o que ele vive, de cuidar, de amar de forma concreta. É justamente dessa fase, completamente espontânea em qualquer amizade, que nós estamos falando.
É nesse momento do relacionamento que a pergunta surge e começamos a nos questionar, o que é muito natural, principalmente quando diz respeito a uma amizade entre um homem e uma mulher. Mas se tentamos, já nesse estágio, dar respostas a esse questionamento podemos colocar tudo a perder. Isso acontece porque a paixão é comum tanto nas amizades, quanto nos relacionamentos amorosos, o que pode confundir o nosso coração. Mas então como discernir?
A primeira coisa é deixar esse tempo de intensas emoções passar. Deixar que o tempo seja o nosso melhor amigo e nos mostre a vontade de Deus para esse relacionamento. Só quando a poeira das emoções fortes abaixa é que conseguimos enxergar as coisas como realmente são. Depois disso vemos a pessoa como verdadeiramente ela é, sem impressões imediatistas, percebendo seus defeitos e reforçando as suas qualidades. É nesse momento que vamos parar, ponderar e, muito sinceramente, buscar em Deus uma resposta, para só então agir."
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Terapia do abraço
Estamos nos condicionando a ter o mínimo de contato com o ser humano
Vivemos em tempos de medo! Muito do que empreendemos tem por conta o zelo pela nossa segurança. Os homens querem cercar-se de garantias para estar a salvo: da vida afetiva, profissional e econômica à integridade física.
É tanta cautela, que todos esses procedimentos tomados têm cada vez mais afastado as pessoas e formado um ser humano desequilibrado e frio. São grades que engaiolam crianças, blindagens contra a liberdade, ensinamentos que não transmitimos por medo de perder o cargo, mãos que não selam acordos. Estamos nos condicionando a ter o mínimo de contato com o ser humano.
Somos seres dotados de afetividade. Afetividade é o que afeta, interfere no íntimo da pessoa. O gênero humano tem por aspiração o ser comunitário. Precisamos viver juntos, necessitamos uns dos outros.
Sentimentos e afetos são parte do todo do ser humano. São faculdades que proporcionam cor e intensidade a cada momento e circunstância da nossa vida e trazem significado em nosso interior sobre pessoas e acontecimentos. Juntamente com o lado racional, as emoções também são alicerces para tomadas de decisão.
Daí, a importância de cultivarmos boas emoções, estarmos sadios afetivamente. E isso acontece por meio do relacionamento, das conversas, da procura da concórdia, dos gestos que demonstram carinho e consideração. Contudo, depois daquele agradável encontro ou ao ser gerada uma boa impressão a respeito de alguém, quando entendemos que amamos e somos amados, o que vem a ser o penhor e coroar todo tipo de relacionamento são as diversas formas de contato, como o toque, o aperto de mãos, o abraço, o beijo, o afago, entre outros. Gestos muito importantes na construção de nossa afetividade, que geram homens e mulheres sadios emocionalmente, pois ao sentirmos o amor pelo calor humano conectamos a impressão psicológica e espiritual ao que experimentamos fisicamente.
Então a partir daí todo gesto de amor que recebemos pode ser sentido pelas três instâncias do ser: Física, Psiquica e Espiritual.
Um exemplo é quando um indivíduo sabe que sua família o ama pelas palavras proferidas ou pelo sustento que lhe garantido, mas se não há o carinho físico, fica faltando uma dimensão.
O amor manifestado para o todo (três dimensões) do ser humano gera segurança e autoconfiança. Sentir a mão de quem amamos nos passa a sensação concreta de porto seguro. Dá uma percepção palpável do amor que antes intuímos pelo lado racional e na alma.
Jesus tocava os doentes e abraçava as crianças e, um dia, disse ao fariseu que O convidou para jantar: “Não me deste o ósculo (beijo); mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés” (Lc 7, 45). Em referência àquela pecadora que, em seu gesto, demonstrou um amor no qual o anfitrião não o manifestava (cf. Lc 7, 47). Da mesma forma os apóstolos também tocavam nos enfermos e assim ministravam a cura “quando impuserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados” (cf. Mc 16, 17-18).
Quem sabe hoje não precisemos abraçar alguém que há muito não trazemos para perto do coração e deixemos calar as mágoas passadas num gesto que é imprescindivelmente humano? Talvez até pessoas da nossa família, de dentro de nossa casa que há tempos não sentimos o calor nem o perfume, porque não mais nos aproximamos.
Diminuamos as distâncias e construamos pontes de amor que nos liguem a outras pessoas. Não tenhamos medo de apertar a mão ou envolver com um abraço aquele(a) que não é ainda parte do nosso círculo de amizades. Este gesto pode salvar uma alma. Há muita gente por aí precisando de um abraço, nos hospitais, prisões, asilos ou talvez no trabalho, na escola, alguém que esteja próximo fisicamente de nós. Vidas gritam por isso!
Um grande abraço a você!
Deus o abençoe!
Sandro Ap. Arquejada-Missionário Canção Nova
sandroarq@geracaophn.com
Expectativas
Se tem uma lição que eu aprendi em 2011, foi lidar com as expectativas.
Na verdade, foi o que mais eu fiz.
Aprender a administrar minhas expectativas diante das coisas, mas sem perder as esperanças. Foi um desafio e tanto, e ainda está sendo. Reformular o modo com que eu trabalho é dificil.
Mudar é dificil.
Muito.
Mas, é preciso. Cada vez mais.
Percebo que aquela pessoa que criava expectativa até sobre a borboleta que aparecia na porta da casa, hoje já sabe desfrutar dos acontecimentos, sem sair frustrada.
Ainda há muito para caminhar. Muito mesmo! Foi um ano e tanto.
Mas, um passo de cada vez.
E aos poucos, construindo a coragem necessária para deixar que Deus seja o dono na minha vida.
Conseguirei.
"Eu vou, e quem me impedirá se ao meu lado está o Autor da minha fé?"
terça-feira, 18 de outubro de 2011
tenha um bom dia.
Hoje pela manhã, em mais uma das manhãs que acordo correndo louca de sono, contando os minutos para entrar no ônibus, me sentar e dormir até chegar ao centro, me veio um ligeiro pensamento.
Tá, nem tão ligeiro assim.
Como é bom desejar um “bom dia” para alguém. Mas, não por educação. Desejar pq tu queres realmente que aquela pessoa tenha um bom dia. Realmente querer que coisas boas aconteçam na vida de alguém naquele dia. E não se importar se terá um “tenha bom dia você também”. Pois, já diria Madre Teresa de Calcutá: “não importa quantas coisas você fez e sim o quanto de amor colocaste nestas coisas.”
Então, como não dá para desejar um bom dia, pois são 0h02.
Tenham uma boa noite. :)
sábado, 15 de outubro de 2011
educadores
Nasci em berços de professoras. Gerações e gerações de educadores, de pessoas que dedicaram preciosos, e por que não dizer muito, minutos de sua vida para ensinar centenas de pessoas, das mais variadas idades, as letras, os números, as cores... que muitas vezes ensinaram à alunos, aquilo que em casa deveria ser aprendido.
À elas, em especial minha avó e minha mãe, eu deixo registrado meu FELIZ DIA DO PROFESSOR.
Mas, é claro que, eu não poderia deixar passar em branco, os meus professores. Àqueles que me espelho, que transmitem durantes suas aulas, à maravilha de suas profissões.
Professora Maria Luiza, de português na 8ª série; Professora Ione, de matemática da 8ª série; professora Jurema, da 3ª série. As mineiras Rachel, Tatiana e Edvalda, que me ensinaram as primeiras letras. E meus queridos professores acadêmicos...
A todos, professores e futuros...
Parabéns por esta escolha.
Que Deus abençoe esta vocação!
À elas, em especial minha avó e minha mãe, eu deixo registrado meu FELIZ DIA DO PROFESSOR.
Mas, é claro que, eu não poderia deixar passar em branco, os meus professores. Àqueles que me espelho, que transmitem durantes suas aulas, à maravilha de suas profissões.
Professora Maria Luiza, de português na 8ª série; Professora Ione, de matemática da 8ª série; professora Jurema, da 3ª série. As mineiras Rachel, Tatiana e Edvalda, que me ensinaram as primeiras letras. E meus queridos professores acadêmicos...
![]() |
| Sérgio Stosh - Rádio I |
![]() |
| Flávia Quadros - Foto I |
![]() |
| Cristiane Finger - Tele I |
![]() |
| Leonam - Redação Jornalística |
![]() |
| Marquinhos - História do Jornalismo |
![]() |
| Fabian "The Best" Chelkanoff - Introdução ao Jornalismo e Planejamento Gráfico I |
A todos, professores e futuros...
Parabéns por esta escolha.
Que Deus abençoe esta vocação!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Se eu fosse uma princesa da Disney...
Estou eu, em mais uma madrugada na frente do note, pensando na vida... resolvo dar um espiada no Blog "Universo Feminino" (está ali nos links, ali do ladinho) e encontro um post muito divertido "Redesenhando as princesas", mostrando as princesas da Disney em "formatos" diferentes.
Fiquei pensando que princesa eu mais me identifico. Sim, por que toda menina/mulher se identificou com alguma delas, alguma vez na vida.
Aí, buscando na memória, eu lembro daquela do meu filme preferido, a Mégara do divertidíssimo "Hércules".
Tá! Mas, por quê a Mégara?
Simples. Ela é a mais real de todas. Ela falha e muito com o Hércules, reconhece que erra, falha, pede perdão, ama, mas tem medo de amar... não é de frescura, mas não perde a feminilidade.
Ela faz um pacto com o Hades para destruir o Hércules, mas no fim de apaixona pelo "bonitão" e não sabe como voltar atrás...
Lembro que, quando eu tinha meus 9, 10 anos eu assistia este filme com MUITA frequência. A ponto de decorar as falas.
Por sinal, acho que farei o download deste filme, para assistir mais umas zilhões de vezes.
Fiquei pensando que princesa eu mais me identifico. Sim, por que toda menina/mulher se identificou com alguma delas, alguma vez na vida.
Aí, buscando na memória, eu lembro daquela do meu filme preferido, a Mégara do divertidíssimo "Hércules".
Tá! Mas, por quê a Mégara?
Simples. Ela é a mais real de todas. Ela falha e muito com o Hércules, reconhece que erra, falha, pede perdão, ama, mas tem medo de amar... não é de frescura, mas não perde a feminilidade.
Ela faz um pacto com o Hades para destruir o Hércules, mas no fim de apaixona pelo "bonitão" e não sabe como voltar atrás...
Lembro que, quando eu tinha meus 9, 10 anos eu assistia este filme com MUITA frequência. A ponto de decorar as falas.
Por sinal, acho que farei o download deste filme, para assistir mais umas zilhões de vezes.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Aaah setembro
Aaaah setembro.... setembro das flores, setembro dos amores.
Aaah setembro.. aquele mês que o perfume de Porto Alegre é de uma costela "12 horas" bem assada.
Aaah setembro.. feriados!!
Aaah setembro, pq começaste tão mal?!?!
Um dia lindo, com segunda reprovação na auto-escola e gastrite nervosa a mil pelo Brasil. Pq, hein?
Eu gosto tanto de ti....
Mas, enfim...
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
...
Aaah setembro.. aquele mês que o perfume de Porto Alegre é de uma costela "12 horas" bem assada.
Aaah setembro.. feriados!!
Aaah setembro, pq começaste tão mal?!?!
Um dia lindo, com segunda reprovação na auto-escola e gastrite nervosa a mil pelo Brasil. Pq, hein?
Eu gosto tanto de ti....
Mas, enfim...
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
1, 2, 3... respira
...
Hoje fui em uma Homeopata. Não me pergunte o que ela faz, qual a especialidade pq não sei. Mas, achei interessante a conversa que tive com ela. Na verdade, foi um interrogatório. Ela perguntava e eu respondia.
Perguntas interessantes e algumas nem lógica, pelo menos para mim. hehe.
Ela perguntou em que posição eu costumo dormir. Oi?
Ai, eis que ela faz a pergunta chave: "tu sente que algum autoritarismo nos teus atos?"
Há! Fala sério! Se ela me conhecesse uma semana, não faria esta pergunta.
Problema: autoritária - Solução: silêncio
#prontofalei
Perguntas interessantes e algumas nem lógica, pelo menos para mim. hehe.
Ela perguntou em que posição eu costumo dormir. Oi?
Ai, eis que ela faz a pergunta chave: "tu sente que algum autoritarismo nos teus atos?"
Há! Fala sério! Se ela me conhecesse uma semana, não faria esta pergunta.
Problema: autoritária - Solução: silêncio
#prontofalei
Assinar:
Postagens (Atom)









